Coleta e identificação
A amostra sai do equipamento em seringa e vai para frasco âmbar, com a etiqueta de controle preenchida na hora: data, equipamento e motivo da coleta — preventiva, preditiva, equipamento novo ou após manutenção.
Análise laboratorial
Laboratório próprio: a amostra chega identificada, passa pelos ensaios físico-químicos e pela cromatografia, e volta como laudo — com a recomendação de manter, tratar ou substituir o óleo. É o mesmo controle que a BREDA faz no óleo que entra na fábrica e no óleo dos equipamentos em serviço.
O que medimos
Os seis primeiros são a ficha de controle de rotina, preenchida por número de série do equipamento. Os dois últimos abrem o diagnóstico quando a suspeita é de falha interna ou contaminação.
A tensão que o óleo suporta antes de romper. É o ensaio que diz, direto, se o isolamento ainda está fazendo o trabalho dele.
Água no óleo derruba a rigidez dielétrica e acelera o envelhecimento do papel isolante — que, ao contrário do óleo, não se recupera.
A acidez do óleo, medida por titulação. Sobe conforme o óleo oxida e indica o quanto ele já envelheceu em serviço.
Cai quando aparecem compostos polares da degradação. Lida junto com a acidez, mostra se o envelhecimento está avançando.
Mede as perdas dielétricas do óleo. Denuncia contaminação e umidade antes de elas aparecerem em outros ensaios.
Controle de recebimento e identificação do óleo — e parte da verificação de mistura entre óleos de origens diferentes.
Os gases dissolvidos no óleo apontam falha incipiente dentro do transformador: arco, descarga parcial ou sobreaquecimento.
Verifica contaminação por bifenilas policloradas, proibidas e de descarte controlado.
Como funciona
A amostra sai do equipamento em seringa e vai para frasco âmbar, com a etiqueta de controle preenchida na hora: data, equipamento e motivo da coleta — preventiva, preditiva, equipamento novo ou após manutenção.
No laboratório, a amostra passa pelos ensaios da ficha de controle. A rigidez dielétrica é medida no equipamento de ruptura, elevando a tensão entre os eletrodos até o óleo romper.
O índice de neutralização vem por titulação com hidróxido de potássio 0,1 N: a viragem do indicador marca quanta base foi preciso para neutralizar o ácido formado no óleo.
Antes da medição, o anel de platina é passado na chama para queimar qualquer resíduo — do contrário a leitura vem falseada. O ensaio mede a força para arrancar o anel da interface entre o óleo e a água, que cai quando aparecem os compostos polares do envelhecimento.
A cromatografia separa os gases dissolvidos do óleo; a densidade é lida no densímetro, dentro da proveta. Os resultados entram na ficha por número de série do equipamento.
Fechados os ensaios, os resultados vão para o sistema por número de série e são comparados aos limites de norma. É aqui que a medição vira diagnóstico: o que está dentro, o que está no limite e o que aponta falha em formação — com a recomendação de manter em serviço, tratar o óleo em campo ou substituir.
Normas
Cada ensaio segue norma própria — uma para medir, outra para interpretar o que a medição mostrou.
Diga a potência, a classe de tensão e há quanto tempo o equipamento está em serviço. O time orienta a coleta e devolve o laudo com a recomendação.
Certificações, ensaios de fábrica e rastreabilidade por QR Code: ver na página inicial